• Guilherme Cardoso

Ainda a Constituinte


Ontem comentei aqui sobre a necessidade se fazer um plebiscito no Brasil e implantar uma nova Constituição.

Coincidentemente no mesmo dia o líder do Governo Ricardo Barros deu entrevistas afirmando a necessidade de uma nova Constituição no país para corrigir possíveis omissões e ausência de deveres ao invés de direitos.

Se há necessidade ou não de uma nova Carta Magna é uma decisão discutível e não há unanimidade.

O que eu insisto é que deve haver um plebiscito ou mesmo um referendo para que a população possa se manifestar em temas importantes como a Reforma Administrativa do Governo respondendo se é a favor ou contra a estabilidade no serviço público, se é contra ou favor que se acabe com os privilégios e as mordomias nos três poderes, estipulando uma remuneração que contenha um bom salário e o mínimo de benefícios, sem mordomias.

É importante um referendo ou plebiscito que faça uma mudança profunda na Política do nosso país, como por exemplo o fim do Fundo Partidário, a diminuição do número dos senadores e deputados estaduais e federais. O fim do foro privilegiado para todos os cargos, excetuando-se o do presidente da República e dos ministros do STF. É preciso que se reduza à valores razoáveis as remunerações de vereadores, deputados e senadores, acabando com as verbas e ajudas de custos.

E é só com um referendo ou plebiscito que as mudanças podem acontecer, já que esperar tais iniciativas dos políticos isso nunca vai acontecer em nosso país.

E ao invés de se votar uma nova Constituição, essas mudanças votadas pela população podem vir a alterar ou fazer parte da atual Carta Magna criada em 1988.

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