• Guilherme Cardoso

Conselheiro Pessoal. Por que não Coach?


Escolhi ser Conselheiro Pessoal. Poderia adotar a denominação de Coach. São semelhantes nos seus objetivos. Diferentes nas ferramentas de trabalho.


O Coach, para realizar o coaching, utiliza de uma série de técnicas e ferramentas, como a Neuropsicologia, Psicologia Positiva, Ancoragem, Ensaio Mental, Conquista de Confiança, entre outras, tudo para se envolver e extrair mais informações do seu cliente denominado coachee.


Cada profissional coach tem seus métodos, regras, técnicas pessoais e formas de abordar seus clientes. Os resultados e a duração dos programas de atendimentos são variados, de acordo com os problemas de cada um.


Como Conselheiro Pessoal, não tenho a preocupação de utilizar métodos, nem programas cheios de regras, perguntas e respostas. Trabalho como se fosse um pai ou mãe ouvindo um filho, um padre ou pastor recebendo a confissão de seu fiel, ou o amigo do peito escutando os lamentos do colega numa mesa de bar.


Procuro ser objetivo. Vou direto ao problema apresentado pelo cliente, leio sua mensagem, se vier por email, SMS ou WhatSapp, ouço seus problemas pelo Chat ou Skype, e procuro dar-lhe a resposta mais próxima daquela que ele quer ouvir. Ou seja, dou-lhe Conselhos de Esperança, Fé, Coragem e Determinação.


Com uma boa conversa de uma hora, às vezes mais algumas horas, consigo passar mensagens positivas para o meu cliente, solucionar os seus problemas e ajudá-lo a recuperar a autoestima, encontrar novos caminhos e objetivos para sua vida.


Como Conselheiro Pessoal, faço tudo para ajudar quem me procura. Só não prometo fazer milagres, receitar remédios, curar doenças.

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