• Guilherme Cardoso

O Covid avisa: eu continuo matando


O Covid avisa: eu continuo matando! (Para o dia 18/06/2020)

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Vamos a nossa conversa

Olha, nós estamos vivendo um momento cruel e de grandes incertezas, no mundo e especialmente aqui no Brasil, por causa da pandemia do coronavírus.

Atualmente, o grande dilema é abrir ou não abir a economia e tentar voltar à normalidade.Todos sabemos que voltar às atividades é necessário, o povo precisa trabalhar, ganhar seu dinheiro e sobreviver. E, pensando nisso, muitas ciades brasileiras, assim como em outros países, não resistem a tentação e a cobrança do mercado produtivo e abrem suas portas.

E o coronavírus logo dá sua resposta, com aumento expressivo dos casos e o crescimento alarmante de mortes. Aí, volta o medo e novamente as dúvidas. O que fazer e como?

Até semana passa, tanto a China quanto a Nova Zelândia se gabavam e eram elogiadas por demonstrarem sucesso no combate ao vírus, dando um basta nas contaminações e freando as mortes. Havia mais de 10 dias que nenhum dos dois países tinham casos e mortes pelo coronavírus. Ontem, dia 17 de junho, o vírus mostra que está vivo, que não perdeu a força e volta a atacar a China e a Nova Zelândia.

Aqui no Brasila situação está pior e as cidades estão abrindo o seu comércio, mesmo com o aumento dos casos de contaminação e das mortes. Já somos quase o primeiro lugar no mundo em mortes. Os contaminados no país passam de 900 mil e as mortes mais de 45 mil nos dados oficiais, que sabemos, estão longe da realidade.

Especialistas dizem que certamente esses números da covid 19 no Brasil já devem passar dos 2 milhões e as mortes devem ser mais de 200 mil, já que pouca gente tem sido testado sobre a doença.E é sabido que esses números que são divulgados de quem se contaminou ou morreu são aquelas pessoas que felizmente, ou infelizmente chegaram até um hospital, foram atendidos, receberam leitos e em situação grave foram para as UTI, onde receberam o devido tratamento e se recuperaram ou vieram a falecer.

Todos nós conhecemos, ou pelo menos sabemos da situação precária, de miséria mesmo que vivem milhões de pessoas em várias partes do Brasil. Próximos às grandes cidades há enormes favelas, gente morando em pequenos quartos com 4, 5 pessoas, sem qualquer condições de higiene e sem qualquer renda para sobreviver.

É esse pessoal, esse contingente enorme de pessoas, milhões de brasileiros que agora são o alvo predileto do novo coronavírus, pois quem tem condições financeiras consegue ficar em casa e até se isolar, manter distanciamento. Mas, aqueles miseráveis invisíveis às nossas autoridades, esses coitados, vão bater de frente com o vírus, se contaminar e na maioria das vezes até morrer sem mesmoser atendido ou ser cadastrado nas estatísticas como mais número do covid 19. Vão morrer de muitas outros motivos.

Aí eu pergunto: qual o melhor caminho a seguir nesse momento que o vírus ataca com força? Devemos continuar abrindo a economia, deixando todo mundo ir pras ruas e se ifectar, ou devemos dar passos atrás, pensar nas vidas e fechar tudo de uma vez, dar um lockdown, impedir que nada funcione, pelo menos por uns 15 dias, para ver se controlamos o aumento dos casos e das mortes no Brasil?

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