• Guilherme Cardoso

O que é pior. Um só imposto ou120 tributos?


É verdade. Esse ano de 2020 já era, não tem mais jeito de recuperar nada, melhor passar uma borracha em tudo, rasgar o ano na folhinha na parede, ou deletar 2020 no celular, no computador. Agora, só nos resta pensar no próximo ano, em 2021.

Apesar dos esforços de vários países, a tão esperada vacina contra ocoronavírus é só para o primeiro semestre do anoi quem vem, e com muita sorte. Até lá, tudo tem que ficar parado, não adianta ter p´ressa para reabrir comércio, cinemas, restaurantes, jogos de futebol. Ninguém está disposto, falta coragem na maioria das pessoas para se arriscar à aglomeração, às saídas noturnas, aos encontros familiares e com amigos.

Todos sabemos que a economia está no fundo do poço, não só no Brasil mas em todo o mundo, mas os exemplos de pressa para retornar ao normal qtem obrigado a retrocessos e aplicações de medidas mais duras de isolamento.

As estatísticas diárias mostram que a contaminação e as mortes continuam aumentando e muitas cidades vão abrindo os negócios, voltando às atividades, mesmo que parcialmente. É certo ou errado reabrir as atividades comerciais neste momento?

Para aqueles que realmente necessitam, são carentes, não têm recursos financeiros para sobreviver isolados, é até aceitável, embora saibamos das graves consequência. Assim também é com os empresários, especialmente os micros e pequenos comerciantes, quem tem a sua lojinha, seu boteco, sua mercearia, esses não aguentam esperar, estão quebrando, falindo de vez. E vão voltar, vão acabar reabrindo com autorização ou não. O qu3ee fazer? Só lamentar.

O mesmo estamos vendo com as escolas que não suportam mais ficarem fechadas, sentem que vão falir e insistem na volta, mesmo que precipatada dos alunos às salas de aulas. E este é o grande desafio das autoridades brasileiras e também de outros países. Ninguém sabe o que pode acontecer com as crinças, especialmente as pequenas, do maternal, do ensino fundamental, que necessitam de interação, de contatos físicos entre eles, e que por causa da idade são difícieis de seguir regras e normas de comportamentos.

E os pais se dividem. Quem trabalha fora, tem criança pequena em casa não sabe o que fazer. O ideal seria envia-la para a escola. Mas fica o medo. Outros pais, com estrutura melhor, podendo trabalhar à distância, esses são favoráveis a que se tenha aulas somente com a chegada da vacina. É o mesmo temor de que os filhos tragam o vírus para casa.

É uma situação de pandemia, um momento muito parecido com uma guerra, as decisões têm que ser bem pensadas para que não haja precipatações e consequência maléficas maioires. Outros países estão sofrendo por causa desta ansiedade para abrir a economia e se dando mal. E nós sabemos que se lá fora as coisas estão complicadas, aqui no Brasil, com as deficiências que temos na saúde e nas desigualdades enormes entre as classes wsociais, a o resultado pode ser catastrófico e deixar feridas e cicatrizes para sempre.

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