• Guilherme Cardoso

Que coisa feia Ministro


Vou te dizer uma coisa. O Brasil está mesmo azarado com as indicações para o ministério da Educação. Só no governo Bolsonaro já tivemos três ministros titulares, todos eles sem preparo, e um ministro interino até semana passada.

Agora, quando tudo parecia tranquilo com a nomeação do professor Carlos Decotelli, eis que os problemas começam a surgir, e fora das dependências e das ideologias que se abrigam no ministério da Educação.

Não é que o professor Carlos Decotelli apresenta suas credenciais ao novo governo e dentre elas consta que ele teria fleito doutorado na Universidade de Rosário na Argentina. E como tudo que se diz, se fala ou se escreve nas Redes Sociais fica público e aberto à questionamentos e investigações, logo surgiu na mídia o reitor da Universidade de Rosário afirmando que o nosso atual ministro não se formou em doutorado lá, e sim estudou por um tempo e não concluiu o curso.

Situação bastante desagradável e constrangedora para uma figura pública, que depois disso tratou logo de apagar esse doutorado de seu perfil e de suas credenciais. E as trapalhadas não pararam por aí.

Dois dias depois, eis que aparece outra denúncia contra o professor Carlos Alberto Decotelli informando que ele plagiou parte de sua dissertação feita na Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro em 2008. Na apuração que agora a FGV está fazendo. Constam pelo menos quatro trechos copiados de outras dissertações de mestrado, o que além de ser crime é anti ético para alguém que começa a exercer um dos cargos mais importantes do governo brasileiro.

Agora, é preciso duvidar e pesquisar até a sua pós-graduação feita em uma cidade alemã.

É lamentável que fatos como esses, desabonadores a um ministro de Estado continuem a acontecer. E exatamente no Ministério da Educação que está parado em suas funções de discutir e promover programas nacionais de ensino, atrasando e causando prejuízos enormes ao futuro dos estudantes brasileiros.

Sinceramente, eu não queria estar aqui, como a Grande Mídia está, discutindo e criticando o novo ministro da Educação, que como os outros três anteriores começa fazendo coisas erradas.O mais recente, o Waeintraub, este fez coisas ainda mais deploráveis e acabou fugindo do país.

Pior ainda que atos irregulares como esses venham de alguém que ocupa o maior cargo da Educação, que deveria ser um exemplo de moralidade e correção de seus atos para que estudantes de todos os graus não pensem em fazer os mesmos atos delituosos, manjando suas carreiras.

Se já não bastasse a pandemia do coronavírus, agora temos mais esta trapalhada

0 visualização