• Guilherme Cardoso

Sair ou não sair. Eis a questão


Sair ou não sair. Eis a questão. (Para o dia 22/06/2020)

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Vamos a nossa conversa

Com essa pandemia que não tem fim, você já pensou como será a volta completa às atividades? Por exemplo, como voltar às aulas? Vai ser difícil demais. Como colocar crianças do ensino fundamental, mesmo os de creches numa sala, mesmo se forem somente 5 ou 10 por sala e não deixar essas crianças interagirem? Não tem jeito.

Imagine as crianças na hora do recreio, no corre e corre um atrás do outro, as brincadeiras, o chutar bola, o agarramento natural entre elas? E aulas online não dão resultados para alunos até uma determinada idade. Quando adolescentes, já com seus 15, 18 anos é aceitável aulas à distância, pela internet. Mesmo assim, a presença física dos alunos em salas de aulas, no convívio social com os colegas é imprescindível, é necessário ao bem estar geral.

Todos nós, seres humanos, somos sociáveis desde o nascimento e desde milhões de anos, desde o Homem das Cavernas. Nós temos necessidade de interagir uns com os outros, de estarmos juntos, conversar, abraçar, discordar e até brigar. Isto faz bem ao corpo e a mente.

Muitas interrogações estão na cabeça de todos nós, e especialmente dos especialistas, dos gestores e dos responsáveis pelas decisões de como e quando voltar à nova normalidade. Nova, porque a real normalidade não volta mais.

Vamos pensar mais. Enquanto a vacina definitiva não vem, e ela deve demorar pelo menos até início do ano que vem, como voltar a frequentar os shoppings da cidade? As lojas vão conseguir manter o controle em quem entra e fica de fora? E as Praças de Alimentação? Elas voltarão a existir? E se voltar, você teria coragem de sentar numa cadeira com mesas cheias de gente? E os cinemas, como ficarão? Vão abrir para poucas pessoas? Muito difícil. A mesma coisa será com os estádios de futebol.Na pandemia alguém tem coragem de ir a um jogo com 20, 30 mil pessoas em volta?

Imagino eu, e hoje tudo é hipótese, ninguém tem certeza de nada, depois desta pandemia, mesmo com a vacina, muita coisa vai mudar. Mesmo com toda a religiosidade dos brasileiros, até a frequência às igrejas ou templos de outras religiões vão diminuir e muito. Rezar em casa, assistir missa pela televisão já virou moda. Eu me acostumei. Sinto falta apenas da comunhão. Tenho que ter fé que ainda assim Deus estará dentro de mim. Apesar das incertezas, tenho fé e esperança que tudo vai passar.

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